Então, é saber que a gente consegue transformar ou intervir na vida que ainda está se formando e que ainda está se desenrolando enquanto nossos corações estão aqui batendo e nossos pulmões estão… respirando. E isso vai se manifestar na maneira como a alma habita o mundo. 🙏🏼🙏🏼
Os que vagueiam à noite... e esse conceito de participação, de transcender e ressignificar. Caminhar em meio à escuridão, caminhar sem ver nem compreender tudo, apenas decidindo a cada passo... pensando aqui...
Seu texto me lembrou o que estudei recentemente sobre a roda da vida e física quântica que, em resumo e filtrado pelo que eu pude apreender do assunto, diz respeito a como o nosso mundo interno cria o nosso mundo externo, que a consciência é condição primeira. Mas é, como seria de se esperar, difícil assumir a postura do observador quando estamos no meio de um ataque de fúria, ou em meio a um mar de tristeza ou ainda nas escarpas felizes da alegria, e compreender que tudo é uma ilusão, tudo é impermanência.
Que associação interessante! A idéia do observador… diz também que a maneira como nos posicionamos internamente influencia a forma como vivemos o que acontece né? O ataque de fúria e o mar de tristeza são reais, e sentidos realmente. Mas a nossa subjetividade, com o tempo pode ir processando e criando novas compreensões sobre o que vivemos…e transformar nossas vidas.
Sim! Nós passamos por vários "reinos" da roda da vida, e aquilo se torna a nossa realidade naquele momento. A questão é trazer isso pra consciência (falando assim até parece fácil né? hahahahah).
Então, é saber que a gente consegue transformar ou intervir na vida que ainda está se formando e que ainda está se desenrolando enquanto nossos corações estão aqui batendo e nossos pulmões estão… respirando. E isso vai se manifestar na maneira como a alma habita o mundo. 🙏🏼🙏🏼
❤️❤️❤️
O texto todo fiquei pensando na carta O Mago do tarô, inclusive ressignificando ela e entendendo de outras formas a jornada nessa vida.
Gostei muito!! Obrigada.
Um beijo
Amo muito.
Os que vagueiam à noite... e esse conceito de participação, de transcender e ressignificar. Caminhar em meio à escuridão, caminhar sem ver nem compreender tudo, apenas decidindo a cada passo... pensando aqui...
Seu texto me lembrou o que estudei recentemente sobre a roda da vida e física quântica que, em resumo e filtrado pelo que eu pude apreender do assunto, diz respeito a como o nosso mundo interno cria o nosso mundo externo, que a consciência é condição primeira. Mas é, como seria de se esperar, difícil assumir a postura do observador quando estamos no meio de um ataque de fúria, ou em meio a um mar de tristeza ou ainda nas escarpas felizes da alegria, e compreender que tudo é uma ilusão, tudo é impermanência.
Que associação interessante! A idéia do observador… diz também que a maneira como nos posicionamos internamente influencia a forma como vivemos o que acontece né? O ataque de fúria e o mar de tristeza são reais, e sentidos realmente. Mas a nossa subjetividade, com o tempo pode ir processando e criando novas compreensões sobre o que vivemos…e transformar nossas vidas.
Sim! Nós passamos por vários "reinos" da roda da vida, e aquilo se torna a nossa realidade naquele momento. A questão é trazer isso pra consciência (falando assim até parece fácil né? hahahahah).